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Sobre A DONA DA NOITE na visão de Adilson Marcelino.

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Na sexta, no La Movida, duas micropeças de um mesmo universo, ainda que cada um com um tônus completamente - mas só aparente - diverso do outro. Sem querer ser arrogante, mas preciso dizer que nesses 26 anos de assessoria de imprensa cultural, e, mais notadamente, nos últimos 17 anos, trabalhei em muitos dos espetáculos mais bacanudos dessa cidade. E, dentre eles, "A Dama da Noite", com Carloman Bonfim em cena e direção de Fábio Furtado, é um dos meus do coração - como é "John e Joe", do Trama, e outros. Pois bem, Carloman retomou o universo de Caio Fernando de Abreu na micropeça "A Dona da Noite", trazendo elementos do espetáculo anterior, só que com dramaturgia outra, com acontecimentos da bárbarie para qual a humanidade caminha, como o linchamento de Dandara. Que paulada! Fosse Carloman mergulharia cada vez mais nesse universo, pois, como antes e agora, é um artista em sua função máxima: aborda, fala, emociona, reflete, aponta. Ainda na sexta, logo e...

A DONA DA NOITE

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No dia 22 de março estreamos "A DONA DA NOITE" uma cena inspirada no espetáculo DAMA DA NOITE mas agora abordando de modo social e político o universo trans. São duas histórias de dor e superação das mulheres trans Fernanda Falcão, encarcerada injustamente no Recife, e Dandara, assassinada de forma cruel à luz do dia em Fortaleza. A cena com duração de 15 minutos foi concebida para ser apresentada no  bar La Movida Microteatro. O objetivo agora é dar continuidade à pesquisa e transformar a cena em um espetáculo de longa duração. Foto: Fabiano Lana
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Convidamos a todos a prestigiarem o espetáculo da Cia Drástica que será apresentado na sede do Grupo Candongas. Somente 40 lugares por sessão. Ingressos somente no local com desconto para estudantes. "Isso que chamamos, talvez por engano, de amor " é livremente inspirado em dois contos de Caio Fernando Abreu. Em cena: Carloman Bomfim e Ludmilla Ramalho. Direção Fábio Furtado.
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No mês de maio a Cia Drástica realizou duas oficinas de improvisação no Norte de Minas: Taiobeiras e Grão Mogol. As oficinas são ações de contrapartida do projeto "Isso que chamamos, talvez por engano, de amor" contemplado pelo Cena Minas 7ª edição. Taibeiras Taiobeiras Taiobeiras Taiobeiras Taiobeiras Taiobeiras Taiobeiras Grão Mogol Grão Mogol Grão Mogol Grão Mogol Grão Mogol Grão Mogol Grão Mogol Grão Mogol
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Em 2014 a Cia Drástica em parceria com a Uma Companhia realizou a produção do projeto "Ocupação 3.0 - De lá prá cá", projeto vencedor do edital de ocupação do Galpão 3 da Funarte MG. Foram várias atrações de abril a novembro nas áreas de teatro, dança e circo, contemplando ações espetaculares e de formação. Um ano intenso de muita aprendizagem, de grandes parcerias e novos amigos. Coordenação geral: Carloman Bomfim / Coordenação artística: Débora Vieira / Coordenação pedagógica: Fabiano Lana / Curadoria: Carloman Bomfim e Débora Vieira / Elaboração de projeto: Débora Vieira e Fabiano Lana / Coordenação técnica: Brow Iluminação / Identidade visual e plano de comunicação: Arte e Moderna / Assessoria de imprensa: Astronauta comunicação / Assistente de produção: Ana Rita Gonçalves / Assessoria Contábil: MCosta Contabilidade / Realização: Companhia Drástica de Artes Cênicas e Funarte / Parceria: Uma Companhia.
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A Cia Drástica de Artes Cênicas, em parceria com a UMA Companhia de teatro, ocupa, a partir do mês de abril até novembro de 2014, a Funarte MG, com uma proposta que será norteada por 3 eixos programáticos: “Mostra de Espetáculos”, “Escola no Teatro”, e “Processo”.  

Nova temporada de Isso que chamamos, talvez por engano, de amor

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Em parceria com a Casa Una volta em cartaz Isso que chamamos, talvez por engano, de amor. A estrutura física da Casa Una permite preservar as caracteríscas originais do espetáculo concebido para ser apresentado em um apartamento, assim, damos continuidade às nossas pesquisas sobre a dramaturgia do espaço e a relação ator/espaço/ espectador. De 18 a 28 de novembro 20h.